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TJAP participa do 6º Encontro do Colégio de Ouvidorias Judiciais das Mulheres, em Goiânia

Publicada em 03/11/25 às 09:15h - 14 visualizações

por JudiciRádio


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 (Foto: JudiciRádio)

Com o propósito de fortalecer e propor aperfeiçoamentos à Política de Incentivo à Participação Institucional Feminina e ampliar o diálogo sobre os desafios e avanços da atuação das mulheres na magistratura brasileira, o Tribunal de Justiça do Amapá (TJAP) participa do 6º Encontro do Colégio de Ouvidorias Judiciais das Mulheres (Cojum). Promovido em parceria com o Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO), o evento ocorre entre os dias 29 e 31 de outubro, na sede do TJGO. 

O Judiciário amapaense está representado pela ouvidora substituta e ouvidora da Mulher do TJAP, juíza Marina Lustosa. O simpósio reúne magistradas, ouvidoras e servidoras de tribunais de todo o país.

No encontro, são debatidos temas como interseccionalidade, linguagem empática, assédio institucional e organizacional, além de boas práticas nacionais e internacionais no enfrentamento à violência contra a mulher. A programação encerrará com a leitura da “Carta de Goiânia”, documento que consolida deliberações e compromissos assumidos por representantes das Ouvidorias da Mulher de todo o país.

“Nós, do Poder Judiciário, temos uma responsabilidade inegável: construir instituições que não apenas punam o assédio, mas que, primordialmente, o previnam. Isso exige mais do que regulamentos; exige abrir espaços seguros para que as pessoas possam falar, garantindo que a voz da vítima seja ouvida e acolhida. A Justiça deve ser o palco principal da mudança e da sensibilização social", comentou a ouvidora substituta e ouvidora da Mulher do TJAP.

A magistrada do Amapá ressaltou que a Ouvidoria da Mulher atua como canal de acolhimento e escuta ativa.

“A Ouvidoria da Mulher é o nosso canal de escuta ativa e acolhimento – a porta de entrada para a garantia de direitos. A participação do TJAP neste 6º Cojum demonstra o nosso compromisso institucional inabalável com a igualdade de gênero e o enfrentamento contínuo da violência. Nosso propósito é consolidar canais de escuta efetiva e acolhimento digno, o que assegurará acesso, representatividade e proteção a todas as mulheres amapaenses. Fortalecer o diálogo com outras Ouvidorias é fundamental para adotarmos as melhores práticas e garantirmos resultados concretos para nossa sociedade", concluiu a juíza Marina Lustosa.

Mais sobre o Cojum

O Colégio de Ouvidorias Judiciais das Mulheres (Cojum) foi criado em 15 de fevereiro de 2023, durante encontro do Colégio de Coordenadores da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do Poder Judiciário Brasileiro (Cocevid). O Cojum reúne ouvidoras, magistradas e servidoras dos tribunais de justiça de todo o país.

Sua atuação articula ações entre as Ouvidorias da Mulher, promove escuta sensível e acolhimento humanizado às vítimas de violência, assédio ou discriminação, e encaminha denúncias aos órgãos competentes. O Cojum funciona como elo entre o Judiciário e a sociedade civil, fortalecendo políticas de proteção e promoção dos direitos das mulheres.

 

– Macapá, 31 de outubro de 2025 –

Secretaria de Comunicação do TJAP

Texto: Elton Tavares

Foto: Cojum

Arte: Carol Chaves

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