

A Semana da Pauta Verde ocorre em todo o território nacional, entre os dias 8 e 12 de junho de 2026, como parte das ações estratégicas do Fórum Ambiental do Poder Judiciário. A iniciativa visa impulsionar a pauta ambiental no âmbito do Judiciário brasileiro, e prioriza o julgamento de processos estruturais e estimula a adoção de soluções consensuais em litígios ambientais.
Nesta edição, o foco será nos processos estruturais relacionados à gestão de resíduos sólidos, especialmente lixões e aterros sanitários.
Objetivos da Semana da Pauta Verde
A mobilização nacional busca:
· Priorizar a tramitação de processos estruturais ambientais, com ênfase em ações penais, civis, fiscais, demandas estruturais e litígios climáticos;
· Estimular o uso de meios consensuais de solução de conflitos, especialmente em processos alinhados à Meta Nacional 6 do CNJ e outras demandas ambientais relevantes;
· Reduzir o tempo de tramitação e os custos processuais, promovendo maior eficiência na atuação do Judiciário;
· Otimizar a destinação de recursos judiciais e fortalecer a governança ambiental no âmbito da Justiça.
Processos Prioritários
Durante a Semana da Pauta Verde, os tribunais são convidados a identificar e impulsionar processos nos quais haja potencial para solução consensual ou que demandem especial atenção à celeridade e à efetividade jurisdicional. Entre as principais categorias elegíveis para inclusão na pauta, destacam-se:
· Acordos de Não Persecução Penal (ANPP);
· Processos que admitam a Suspensão Condicional do Processo;
· Ações dos Juizados Especiais Federais e Estaduais;
· Execuções Fiscais de natureza ambiental;
· Ações Estruturais e litígios climáticos.
Mobilização Institucional
A Semana da Pauta Verde representa uma atuação coordenada do Fórum Ambiental do Poder Judiciário em parceria com os Grupos do Meio Ambiente dos Tribunais de Justiça, Tribunais Regionais Federais e conta com o apoio da Procuradoria-Geral Federal. O objetivo é unir esforços para a superação de desafios estruturais na agenda ambiental e fortalecer a cultura da consensualidade e da sustentabilidade em todo o país.
Fonte: CNJ